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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Phi Books (© Antonopoulou & Dare).

Polivisão XLIV X4 (Maurício Salgueiro, técnica mista, sem data) - acessar em realidade aumentada

Non-space I (the degrading idea of home) - Essa proposta busca deslocar e reformular a aspecto social do espaço WebVR. A construção emprega verticalidade, espelhamento e o deslocamento da voz e das imagens dos corpos-avatares do público como forma de provocar outras possibilidades de interação a serem exploradas. Realização: Commonolithic.

Digitalização do meteorito do Bendengó, feita em partes usando HandySCAN 3D.

Fragmentos Rítmicos (Dionísio del Santo, óleo sobre tela, 1995) - acessar em realidade aumentada

sem título (Álvaro Conde, óleo sobre tela, 1944) - acessar em realidade aumentada

Escadaria Maria Ortiz (Raphael Samú, screen printing on paper, 1981) - access in augmented reality

Ao longo de maio de 2021, enquanto o Museu de Arte do Espírito Santo – MAES – esteve fechado no intervalo entre exposições, realizamos uma residência artística e curatorial em uma réplica do museu hospedada na plataforma Mozilla Hubs.

Compatível com os padrões WebXR, o Hubs é um sistema de realidade virtual que se integra mais diretamente à infraestrutura da Internet, e dispensa equipamentos mais sofisticados do que um browser para ser usado.

Durante a residência, ele serviu como um meio para os participantes ocuparem a arquitetura do MAES aos modos de um simulacro poroso, aberto aos mais diversos fluxos de informação – bibliotecas de mídia, materiais de arquivo, memórias pessoais e colaborações com o público.

A experiência resultou na bifurcação do museu em quatro versões, fabricadas por AFAAB (Catalina Alvarez, Liz Flyntz, Ty Clapsaddle), Commonolithic, Para Terra Volta Toda Corpa em Matéria (Garu, Pedra Silva, Rodrigo Lopes) e Renato Pera.

A réplica preliminar do MAES segue acessível e suscetível a remixes.

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