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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Exposição Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio, 2017-8.

Envensão nova urso con cachorro (Elpídio Malaquias, esmalte sintético sobre aglomerado, 1992) - acessar em realidade aumentada

Perhaps the act of appropriation has an element of appreciation, but it is much more than that. Tutorship implies concern, but such response is not the only way (or the best one) to demonstrate care.

Non-space I (the degrading idea of home) - Essa proposta busca deslocar e reformular a aspecto social do espaço WebVR. A construção emprega verticalidade, espelhamento e o deslocamento da voz e das imagens dos corpos-avatares do público como forma de provocar outras possibilidades de interação a serem exploradas. Realização: Commonolithic.

Escadaria Maria Ortiz (Raphael Samú, screen printing on paper, 1981) - access in augmented reality

Cacau (Nice N. Avanza, óleo sobre tela, 1988) - acessar em realidade aumentada

Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro, 2011.

Torre (Heide Liebermann, 1981) - acessar em realidade aumentada

Fragmentos Rítmicos (Dionísio del Santo, óleo sobre tela, 1995) - acessar em realidade aumentada

Vista aérea da Vila Autódromo antes das remoções (© Luiz Claudio Silva / acervo Museu das Remoções).

O Riverine Archive representa uma tentativa de catalogar as diversas atividades dos Phi Books, projeto realizado desde 2008 pelas artistas e pesquisadoras Alexandra Antonopoulou e Eleanor Dare.

O cerne dos Phi Books é o desenvolvimento de metodologias que possibilitem a comunicação e o aprendizado através de barreiras disciplinares. Inspirado pelo legado de formas algorítmicas e interativas, o projeto se apropria do objeto-livro como um modelo para estruturas compartilhadas entre diversos modos de saber, e busca explorar as contingências desta e de outras plataformas de escrita como um trampolim para a colaboração.

Frequentemente, Antonopoulou e Dare lançam mão de espaços informacionais como um ponto de encontro entre as suas práticas, jogando com a perda do controle e o atrito com o meio no intuito de gerar performances, gráficos, histórias e simulações.

Neste projeto de memória, não poderia ter sido diferente. O Riverine Archive se vale da forma cambiante do rio para produzir um acervo disfuncional, em que os registros flutuam ao sabor das ondas, e só podem ser acessados de maneira fragmentada.

Esse gesto brechtiano nos convida ao distanciamento crítico e põe em suspeita as possibilidades de imersão e de automação da empatia prometidas pela realidade virtual. Talvez a tecnologia não seja capaz de nos livrar completamente da ameaça – ou da promessa de libertação – simbolizada pelo esquecimento.

Riverine Archive

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