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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Digitalização para pesquisa de doutorado no LAPID usando o RV Scanner.

Perhaps the act of appropriation has an element of appreciation, but it is much more than that. Tutorship implies concern, but such response is not the only way (or the best one) to demonstrate care.

DiMoDA 1.0 - abertura na galeria Transfer, 2015.

JOÃO ME-PRO-METEO, Um-PEXi (Elpídio Malaquias, esmalte sintético sobre aglomerado, 1992) - acessar em realidade aumentada

Riverine Archive, captura de tela (© Antonopoulou & Dare).

Processo de "reparação virtual".

Exposição Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio, 2017-8.

Animação digital do esqueleto do pássaro Rhea americana, baseado em estudo cinemático.

sem título (Levino Fanzeres, óleo sobre aglomerado, sem data) - acessar em realidade aumentada

Dja guata porã é uma expressão que na língua Guarani significa “caminhar bem” e “caminhar junto”. Também é o título de uma exposição que ocorreu no Museu de Arte do Rio entre Maio de 2017 e Março de 2018.

Voltada para a presença dos povos indígenas no estado, a exposição deu continuidade ao projeto do Museu de dar a ver a história e cultura do Rio de Janeiro a partir de uma abordagem múltipla e contemporânea. Mas, para além disso, ela buscou tensionar e expandir o lugar a partir do qual o Museu constrói essa visão.

A exposição foi concebida com base em uma série de visitas e encontros abertos, no intuito de estabelecer diálogos com os públicos e envolver a participação de representantes das aldeias e grupos indígenas locais – entre os quais Guarani, Pataxó e Puri, além da comunidade multiétnica da Aldeia Maracanã– na construção de suas próprias narrativas.

Alinhado à missão da nova museologia, esse processo de curadoria coletiva demonstra como os esforços para descolonizar o museu devem ir além do enfrentamento de construções estereotipadas do outro e de sua cultura. Também é preciso abrir os expedientes institucionais ao conflito e à alteridade, modificando dessa forma as próprias estruturas do trabalho museológico.

Dja Guata Porã aparece aqui na perspectiva de outros projetos que contaram com a condução da curadora Clarissa Diniz, jogando com a permeabilidade de coleções institucionais e com o tipo de histórias e sujeitos que elas pretendem produzir.

Dja Guata Porã

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