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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Rigor Mortis - Nessa exposição, o museu é transformado numa espécie de cenário de filme de horror, onde o sentimento da realidade se deforma: a lógica falha, o corpo é estraçalhado, objetos inertes são animados, vida e morte, sonho e realidade se confundem. Realização e pesquisa de áudio: Renato Pera. Arte 3D: Caio Fazolin. Colaboração: Jye O'Sullivan e Marcos Pavão.

DiMoDA 2.0 - RISD Museum, 2017. Obras de Miyö Van Stenis (War Room), Rosa Menkman (DCT Syphoning The 64th Interval) e Theo Triantafyllidis (Self Portrait (Interior)) (© RISD Museum).

Os processos que culminaram na independência de antigas colônias europeias afetaram disciplinas que, direta ou indiretamente, legitimaram o poder colonial. O movimento da Nova Museologia provocou ações que aproximaram o museu da comunidade, possibilitando a inserção dos grupos relacionados às coleções salvaguardadas dentro das instituições.

Construção de escultura a partir de ruínas de demolições na Vila Autódromo (© Luiz Claudio Silva / acervo Museu das Remoções).

"PROCESSO HISTÓRICO" + "MITOS DE ORIGEM"+ "O FUTURO"

DiMoDA 3.0 - 3LD, Nova York, Junho 2018. Obra de Shane Mecklenburger.

Exposição Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio, 2017-8.

Exposição Turvações Estratigráficas, de Yuri Frimeza - Museu de Arte do Rio, 2013 (© Wilton Montenegro).

What happens then in the future if an artist, collector or gallery wishes to re-exhibit an artwork where the original equipment has not been collected or the equipment required is entirely obsolete and unavailable?

Prancha "Universo" - Introdução ao Terceiro Mundo, 2011.

O Laboratório de Processamento de Imagem Digital (LAPID) do Museu Nacional é pioneiro no país na aplicação de tecnologias de imagem 3D para a pesquisa e conservação de patrimônio. Ele foi criado há quase duas décadas a partir de uma parceria informal entre pesquisadores das áreas de paleontologia e egiptologia, mas ao longo dos anos expandiu o seu escopo de atuaçãopara os mais diversos setores do museu.

Empregando técnicas como tomografia computadorizada, escaneamento de superfícies e modelagem 3D, o LAPID se fez responsável pela digitalização de itens da coleção do Museu Nacional, de múmias egípcias a esqueletos de baleia.

Essas réplicas, que primeiro serviam principalmente para fins de estudo acadêmico, se tornaram importantes registros públicos depois do incêndio que, em 2018, destruiu grande parte do prédio e do acervo da instituição. Algumas delas podem ser vistas nas contas de Sketchfab ligadas ao Laboratório. A sua exposição é, em alguns casos, a única forma de dar acesso ao que se perdeu.

Atualmente, o LAPID tem colaborado na reconstituição do Museu por meio da digitalização tanto das áreas internas do edifício quanto dos artefatos recuperados. Essa documentação pretende dar sobrevida ao patrimônio na forma de referências que nos permitam reconhecê-lo e reconstruí-lo. As réplicas serão lançadas numa base de dados que permitirá a pesquisadores interagir com elas virtualmente, preservando as peças originais do desgaste que possa ser ocasionado pelo contato direto.

LAPID / Museu Nacional

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