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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Vitória 18,35 horas (Raphael Samú, serigrafia sobre papel, sem data) - acessar em realidade aumentada

Processo de "reparação virtual".

Riverine Archive, captura de tela (© Antonopoulou & Dare).

David Hall, TV Interruptions: The Installation, 1971. Comparação entre a instalação física (aqui apresentada no Museu de Arte Moderna de Viena, em 2010) e sua simulação em realidade virtual. Modelagem de Sang Hun Yu (© Espólio de David Hall/Universidade of Dundee).

DiMoDA 3.0, 2018. Obra de Paul Hertz (Fools Paradise).

Rigor Mortis - Nessa exposição, o museu é transformado numa espécie de cenário de filme de horror, onde o sentimento da realidade se deforma: a lógica falha, o corpo é estraçalhado, objetos inertes são animados, vida e morte, sonho e realidade se confundem. Realização e pesquisa de áudio: Renato Pera. Arte 3D: Caio Fazolin. Colaboração: Jye O'Sullivan e Marcos Pavão.

Nuvens de pontos das ilhas Redonda e Filhote. A sequência de fotos, marcada por retângulos azuis, indica a trajetória do barco ao redor das ilhas.

Parte do acervo do Museu de Arte do Espírito Santo foi digitalizada e implementada na forma de uma coleção de filtros de realidade aumentada (AR). As obras estão disponíveis como modelos 3D para quem quiser levá-las para um passeio pela cidade ou por outros espaços virtuais.

Essa iniciativa experimenta com as possibilidades criadas pelos novos sistemas de reprodução para tornar públicas peças do nosso patrimônio, não apenas no sentido de dar a conhecê-las, como também de provocar recontextualizações em seu uso e sentido.

O projeto Nossos Acervos foi financiado com recursos da Lei Aldir Blanc, via Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo. Todos os modelos estão publicados sob uma licença livre CC BY-NC-SA 2.5

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