DiMoDA 1.0 - abertura na galeria Transfer, 2015.
Digitalização do esqueleto fossilizado de um Mariliasuchus amarali com o Artec MHT.
Exposição Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio, 2017-8.
Por ter herdado um conjunto relativamente aleatório de obras, bem como por ter apenas tardiamente implementado uma política de aquisição de acervo, à Coleção não se pode confortavelmente atribuir a função de historiografar a arte produzida a partir do século XX em Pernambuco. Como lidar, então, com essa condição?
VR como uma ferramenta para a preservação e simulação de instalações de mídiaarte (apresentado durante a conferência ISEA 2020).
© The Kremer Museum
Enciclopédia do Terceiro Mundo.
Nuvens de pontos das ilhas Redonda e Filhote. A sequência de fotos, marcada por retângulos azuis, indica a trajetória do barco ao redor das ilhas.
Amuleto macrofálico recuperado do incêndio do Museu Nacional (© LAPID).
No tempo indígena existe uma noção de sequência, um antes e um depois, mas isso não implica uma fronteira demarcada entre passado e futuro, que, em vez de separados pelo presente, estariam dentro do agora.
Poster DiMoDA 1.0 para a galeria Superchief, 2016.
Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro, 2011.