Amuleto macrofálico recuperado do incêndio do Museu Nacional (© LAPID).
As percepções do real nos museus correm o risco de criar uma realidade de discursos fragmentados que, se retirados do seu contexto original, não permitem perceber uma outra realidade, diversa em sua totalidade, construindo uma imagem distorcida do “outro”.
Protesto contra despejos e demolições na Vila Autódromo (© Luiz Claudio Silva / acervo Museu das Remoções).
DiMoDA 3.0, 2018. Obra de Paul Hertz (Fools Paradise).
Digitalização do sarcófago da múmia Sha-Amum-em-su com o HandySCAN 3D.
Exposição Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio, 2017-8.
© The Kremer Museum
No tempo indígena existe uma noção de sequência, um antes e um depois, mas isso não implica uma fronteira demarcada entre passado e futuro, que, em vez de separados pelo presente, estariam dentro do agora.