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Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

Museu Sem Paredes

No tempo indígena existe uma noção de sequência, um antes e um depois, mas isso não implica uma fronteira demarcada entre passado e futuro, que, em vez de separados pelo presente, estariam dentro do agora.

Exposição contidonãocontido - Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, 2010.

Non-space I (the degrading idea of home) - Essa proposta busca deslocar e reformular a aspecto social do espaço WebVR. A construção emprega verticalidade, espelhamento e o deslocamento da voz e das imagens dos corpos-avatares do público como forma de provocar outras possibilidades de interação a serem exploradas. Realização: Commonolithic.

DiMoDA 1.0 - abertura na galeria Transfer, 2015.

© The Kremer Museum

Você é a encruzilhada das suas memórias - Nascida do barro e modelada em 3D, essa instalação é composta por uma sala virtual, um programa performático e uma publicação digital. Sua forma, inspirada na moringa, objeto usado pelos povos originários para o armazenamento e resfriamento de água, é um lembrete e um convite: Um lembrete de que sem a união dos elementos da natureza nossa existência não seria possível e um convite a jogar com a porosidade da memória, da identidade e da corpa. Realização: Pedra Silva, Garu e Rodrigo Lopes.

Ao longo de maio de 2021, enquanto o Museu de Arte do Espírito Santo – MAES – esteve fechado no intervalo entre exposições, realizamos uma residência artística e curatorial em uma réplica do museu hospedada na plataforma Mozilla Hubs.

Compatível com os padrões WebXR, o Hubs é um sistema de realidade virtual que se integra mais diretamente à infraestrutura da Internet, e dispensa equipamentos mais sofisticados do que um browser para ser usado.

Durante a residência, ele serviu como um meio para os participantes ocuparem a arquitetura do MAES aos modos de um simulacro poroso, aberto aos mais diversos fluxos de informação – bibliotecas de mídia, materiais de arquivo, memórias pessoais e colaborações com o público.

A experiência resultou na bifurcação do museu em quatro versões, fabricadas por AFAAB (Catalina Alvarez, Liz Flyntz, Ty Clapsaddle), Commonolithic, Para Terra Volta Toda Corpa em Matéria (Garu, Pedra Silva, Rodrigo Lopes) e Renato Pera.

A réplica preliminar do MAES segue acessível e suscetível a remixes.

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